Nova Ordem do Marketing

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Artigo de opinião de Luís Bettencourt Moniz  publicado no Jornal de Negócios em 20 de Maio de 2015. Periocidade quinzenal

O universo digital expande-se e não há fim à vista. O volume da informação produzida pela Humanidade duplica em cada 2 anos, desde o tráfego na Internet, até aos sistemas de informação das organizações.

 As redes sociais ou os dispositivos físicos e sensores que utilizamos no dia-a-dia em áreas tão diversas como a medicina, transportes, logística ou retalho. Só em dispositivos, sensores e respectivas conexões – a que chamamos de “Internet of Things” (IoT) – prevê-se que o número chegue aos 26 mil milhões de unidades em 2020. Para termos uma ideia do volume gerado por estes dispositivos, um carro de F1 possui cerca de 250 sensores que geram 30 Megabytes  em cada volta.

Daqui a 5 anos o volume estimado da informação produzida atingirá os 44 Zetabytes. Um número demasiado grande para a nosso entendimento: 10^21 bytes.

Mais …

Dar valor à informação das Redes Sociais

success-600183_1280Hoje muitas pessoas optam por usar redes como o Facebook para expor os seus problemas, os seus descontentamentos com determinado produto/entidade. Se a empresa não estiver atenta não só pode perder aquele cliente como permitir que a situação evolua e atinga proporções que possam ser (ainda mais) prejudiciais ao negócio.
Mas não basta estar atento e conseguir reagir rapidamente. O verdadeiro desafio é o de conseguir aproveitar todo o manancial de informação, não estruturada, mas valiosa sobre os clientes. Será que os departamentos de TI estão preparados para esta avalanche de dados? Os estudos indicam que a dimensão pode chegar a 1 terabyte de dados por dia.

Uma das soluções passa por utilizar o contexto como forma de saber que dados utilizar. Ou pelo menos de lhe atribuir valor. De lhe dar relevância. Porque esse é o primeiro passo. Fazer a triagem. É impossível analisar todos os dados a que se tem acesso. Pelo menos de forma manual. É necessário usar ferramentas NLP – natural language processing.Através da análise dos termos utilizados consegue-se determinar a relevância da mensagem. E descobrir, no meio dos milhares de tweets e posts aqueles que realmente interessam. Os que dizem respeito à marca/empresa. Depois há que os priorizar, de forma a determinar as acções a levar a cabo… mais

Fonte:
http://businessanalytics.pt/dar-valor-a-informacao-das-redes-sociais/

Sete características do consumidor moderno

  1. Compras a contra-relógio
  2. Os consumidores têm o controlo.
  3. Compras omnicanal.
  4. Consumidores de conteúdo.
  5. Experiência global.
  6. Colaboradores.
  7. Social sharers – “partilhadores” sociais.

Parece-lhe familiar? Será que estas características o descrevem os seus clientes?

Fonte e Mais em http://businessanalytics.pt/sete-caracteristicas-do-consumidor-moderno/

1º Estudo em Portugal sobre Marketing Analítico

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Se é decisor na área de marketing participe no questionário e aceda posteriormente ao estudo completo. Participe em https://pt.research.net/r/sasmenglobal e fique a saber:

  • Como é que os marketers das principais empresas nacionais estão a utilizar os sistemas analíticos?
  • Retiram vantagens para a sua actividade?
  • Como é que obtém o conhecimento do cliente, das suas interacções e da eficácia das campanhas multi e omni channel?
  • e como utilizam os  grandes volumes de dados (big data marketing) das interacções digitais?
  • Qual o investimento nesta área?
  • ….

Algumas destas questões vão ser respondidas pelo primeiro estudo levado a cabo pelo grupo Marketing Executive Network (http://marketingexecutivenetwork.com/) , criado pelo SAS Portugal, com o apoio da NOVA IMS. O questionário permite obter uma visão global das prioridades dos executivos de marketing.